A obra de Pe. Estêvão Bettencourt, bastante vasta, ficará sempre conosco por muitos séculos.

A seguir, apresentamos algumas de suas principais publicações. Além dessas que citamos logo abaixo, Pe. Estêvão foi também o autor de todos os cursos por correspondência da Escola Mater Ecclesiae, à exceção do curso de Direito Canônico, e de opúsculos, que também se encontram disponíveis neste site. Confira os resumos!

Publicações (da mais recente para a mais antiga):

- Aprendendo na escola da vida. Org. Rio de Janeiro, Lumen Christi, 103 x 140 mm, 104 pp., 1ª ed. em 2008 (sua última publicação).

- A vida é uma escola. Org. Rio de Janeiro, Lumen Christi, 103 x 140 mm, 167 pp., 1ª ed. em 2007.

- Pergunte e Responderemos, revista mensal. Rio de Janeiro, Lumen Christi, 156 x 230 mm, 167 pp., de 1957 até abr/2008.

- Crenças, religiões, igrejas e seitas: quem são? São Paulo, O Mensageiro de Sto. Antonio, 150 x 220 mm, 167 pp., 5ª ed. em 2000.

- Católicos perguntam. São Paulo, O Mensageiro de Sto. Antonio, 150 x 220 mm, 165 pp., 5ª ed. em 1999.

- Diálogo Ecumênico, temas controvertidos. Rio de Janeiro, Lumen Christi, 135 x 210 mm, 304 pp., 3ª ed. em 1989.

- Para entender o Antigo Testamento. Rio de Janeiro, Agir, 140 x 210 mm, 324 pp., 3ª ed. em 1965.

- Vida Monástica. São Paulo, 1960.

- A vida começa com a morte. Rio de Janeiro, Agir, 150 x 230 mm, 321 pp., 2ª ed. em 1958.

- Ciência e Fé na História dos primórdios. Rio de Janeiro, Agir, 150 x 230 mm, 308 pp., 3ª ed. em 1958.


Traduções:

- Tradução castelhana: La vida que comieza com la muerte. Fundacion Perez Companac, Buenos Aires, 1973

- Tradução de: MORIN, Germain. L'idéal monastique. Rio de Janeiro, Lumen Christi, 1957


Colaborações:

- Coletânea comemorativa do centenário de morte de Santo Antão. Studia Anselmiana, Roma, 1956

- Verbetes "Charismen", "Chiliasmus", no Dicionário Sacramentum Mundi I, Freiburg/Breisgam, 1973

- Na obra Os maiores teólogos respondem. São Paulo, Paulinas, 1968, mediante o estudo "Teólogos e Magistério da Igreja", p. 121-126

- Na obra Por que me tornei sacerdote. São Paulo, 1967, p. 153-158

 

 
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