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S é r i e O p ú s c u l o s
de Pe. Estêvão Bettencourt,OSB
Atualmente, a Escola Mater Ecclesiae oferece 66
opúsculos que versam sobre diferentes temas. Pe.
Estêvão Tavares Bettencourt, OSB, na sua
preocupação com a defesa da fé católica,
editou, ao longo de sua vida, vários opúsculos
sobre questões e pontos controvertidos em matéria
de fé e doutrina católicas, visando mostrar
a verdade, dissipar o erro e apontar dados que habilitem,
principalmente os hesitantes, a repensar as propostas
enganosas, das quais, muitas vezes, se tornam vítimas
por não possuírem os elementos necessários
e críticos para perceber a inconsistência
de certas correntes de pensamento.
Outrossim, os opúsculos, por serem breves e extremamente
didáticos, são de fácil leitura e
compreensão dos temas neles abordados. Para maiores
informações, clique sobre o opúsculo
de sua preferência.
P o r q u e s o u C a t ó l i c o ?
Que responderia um fiel católico a alguém
que lhe pedisse o porquê de sua opção
religiosa? Não lhe bastaria responder que
nasceu em família católica ou foi educado
em colégio católico. Tais razões
não podem satisfazer a quem costuma refletir, pois
Religião implica orientação geral
da vida; é algo que toca as raízes do ser
e do comportamento de alguém; é preciso
dar-lhe fundamentação mais sólida.
O apóstolo Pedro nos diz: "Estai sempre prontos
a dar razão da vossa esperança a todo aquele
que vo-lo pede" (1Pd 3, 15). Daí a necessidade
de reflexão mais profunda sobre tal pergunta.
Dom Estêvão aprofunda esta questão
em duas etapas:
I) Por que creio em Jesus Cristo?
II) Por que creio na Igreja Católica?
Através da leitura deste opúsculo,
descobre-se a Igreja-Sacramento, fundamentada na Palavra,
digna de amor e respeito sempre maiores. Desperta o fiel
para responder ao seu chamado de santidade e para viver
na graça do Cristo.
O E s t a d o d o V a t i c a n o
O presente opúsculo procura esclarecer
determinados equívocos do livro "O Estado
do Vaticano", cujo autor é o pastor Lauro
de Barros Campos. Em seu livro, encontram-se acusações
infundadas e inverdades estridentes, transparecendo não
somente agressividade, mas o baixo nível da polêmica
movida pelo protestantismo contra o catolicismo.
Pelas afirmações feitas observa-se
que o autor nunca estudou a Igreja Católica, sua
história, sua mensagem e sua estrutura, pois não
cita documentação ou fontes de primeira
mão. Desprovido de espírito científico,
não tem conhecimento pessoal do assunto e incide
em erros e contradições, aos quais este
opúsculo pretende refutar no desejo de salvaguardar
a verdade.
Questões sobre o purgatório, a Eucaristia,
a virgindade de Maria, o Papado, e a pretensa superioridade
das nações protestantes sobre as católicas
são alguns dos temas abordados neste opúsculo.
A R e s s u r r e i ç ã o d e J e s u s:
f i c ç ã o o u r e a l i d a d e ?
A ressurreição corporal é o sinal que
comprova a autenticidade de Jesus como Deus feito homem
para nos salvar. Daí dizer São Paulo: "Se
Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação,
vazia também é a vossa fé... Se Cristo
não ressuscitou, ilusória é a vossa
fé" (1Cor 15, 13.17).
Nenhuma outra confissão religiosa atribui
ao seu fundador o privilégio da ressurreição
dentre os mortos. O Cristianismo, porém, o faz
e chega a afirmar que, sem ressurreição
de Jesus, não há Cristianismo.
No entanto, a crítica pergunta se não
se trata de mito ou ficção; em conseqüência,
tem formulado explicações meramente racionais
para a notícia da "ressurreição".
Dada a importância capital de tal matéria,
Dom Estêvão desenvolve a questão,
analisando: 1) as teorias racionalistas; 2) os textos
do Novo Testamento que atestam a fé da Igreja nascente,
e os seus sinais comprovantes.
J e s u s s a b i a q u e e r a D e u s ?
Ultimamente têm-se formulado perguntas a
respeito do que Jesus, como homem, sabia ou não
sabia. Com o objetivo de respondê-las, teólogos
têm se dedicado à meticulosa análise
dos escritos do Novo Testamento. A partir destas análises,
a Comissão Teológica Internacional, em 1985,
publicou 4 proposições de grande valor para
solução do problema:
I) Jesus sabia que era Deus;
II) Jesus sabia que, feito homem, tinha na terra a missão
de se entregar pela salvação de todos os
homens;
III) A fim de assegurar o bom desempenho de sua missão,
Jesus quis fundar a sua Igreja, que Ele entregou aos Apóstolos
e a Pedro, cujos sucessores garantem a incolumidade dessa
obra até o fim dos séculos;
IV) Ao entregar-se por todos, Jesus viu e amou cada um
dos membros da família humana, desde os mais simples
e sofredores.
Neste opúsculo, Dom Estêvão
detalha cada uma dessas proposições, conduzindo
o estudioso na leitura atenta dos textos sagrados, permitindo-lhe
lançar um olhar lúcido sobre aquilo que
Jesus sabia a respeito de si mesmo.
J e s u s : D e u s e h o m e m ?
Muitas pessoas acreditam sem dificuldade na existência
de Deus, que por mais de um motivo lhes parece óbvia.
Diante de Cristo, porém, não vêem
por que aceitar que seja verdadeiramente Deus (Deus feito
homem), como ensina a fé cristã: a noção
de "Deus encarnado" (verdadeiro Deus e verdadeiro
homem) parece-lhes paradoxal demais ou mesmo mitológica.
Há cinqüenta anos ou mais, quem quisesse
encaminhar a resposta à questão da divindade
de Cristo, compulsava os Evangelhos e citava os textos
que mais realçavam a consciência de que Jesus
tinha que ser realmente Deus igual ao Pai; acrescentava-se
um perfil físico e psíquico de Cristo para
mostrar que Jesus era sadio e alheio a toda obsessão
e fraudulência enganadora. Estava assim, em linhas
gerais, encerrada a demonstração. Hoje em
dia, não é possível proceder tão
sumariamente, pois se pergunta se os textos dos Evangelhos
citados referem a realidade histórica (a figura
e os dizeres do Jesus que nasceu na Palestina) ou antes,
o modo de pensar dos discípulos, que terão
atribuído a Cristo os predicados que eles subjetivamente
imaginavam e sentiam.
Em conseqüência, este fascículo
compreende duas partes: uma crítica dos Evangelhos
e um exame dos dizeres de Jesus e dos Evangelistas
concernentes à Divindade de Cristo.
M a r i a : a m u l h e r b e n d i t a e
c o n t r o v e r t i d a
Este não é mais um manual de piedade mariana
propriamente dita. Tal opúsculo tenciona, antes,
elucidar mal-entendidos e preconceitos a respeito de Maria
Santíssima, a mais bendita entre todas as mulheres
(Lc 1,42), a obra-prima de Jesus Salvador.
Através da fundamentação bíblica
são transmitidos ao estudioso dizeres que enaltecem
a figura de Maria e já por si legitimam especial
veneração a ela.
Dom Estêvão examina as questões
mais debatidas nos diálogos ecumênicos sobre
a figura de Maria, tais como: se ela é mãe
somente de Jesus enquanto homem ou se é mãe
de Jesus, Deus feito homem; a imaculada conceição;
os irmãos de Jesus; a veneração de
Maria Santíssima; o Protestantismo e Maria.
O s m i l a g r e s d e J e s u s:
m i t o o u h i s t ó r i a?
Causam certa dificuldade à fé do
homem moderno os milagres em geral e, especialmente, os
milagres de Jesus. A crítica dos Evangelhos vem
tentando explicá-los ou como relatos de ficção
ou como fenômenos parapsicológicos, negando
a sua realidade transcendental. - Ora quem lê os
Evangelhos sente impressão de que os milagres têm
grande importância na missão de Jesus, pois
Jesus os têm como sinais de sua Messianidade e Divindade.
Neste opúsculo, Dom Estêvão
define a noção de milagre; analisa alguns
textos referentes a milagres nos Evangelhos; e faz algumas
considerações sobre milagres no mundo pagão
antigo.
1 5 Q u e s t õ e s d e f é
A dificuldade do diálogo entre católicos
e protestantes, muitas vezes, esbarra na falta de conhecimento
bíblico sobre alguns pontos polêmicos que
divide as duas crenças. Este livro aborda 15 dos
temas mais polêmicos neste diálogo, com o
objetivo de instruir e aproximar esses irmãos,
tornando-os sinais do Reino de Deus.
As 15 questões de Fé contidas neste
opúsculo são as seguintes:
- O Cânon da Bíblia;
- O Primado de Pedro;
- O número da Besta do Apocalipse;
- A Eucaristia (I): Sacramento;
- A Eucaristia (II): Sacrifício;
- A confissão dos pecados;
- O purgatório;
- As indulgências;
- Os "irmãos" de Jesus;
- As imagens;
- O culto aos santos;
- Alterado o Decálogo?
- Sábado ou Domingo?
- A Santíssima Trindade: fórmula pagã?
- Jeová ou Javé?
Todas essas questões estão fundamentadas
na Palavra de Deus, em dados históricos e na Tradição
Oral cristã.
R e s p o s t a a L e o n a r d o B o f f
O ex-frade franciscano Leonardo Boff tem-se pronunciado
amargamente, na imprensa, contra a Igreja e seus artigos
de fé e disciplina, causando surpresa e perplexidade
em muitos leitores. O povo de Deus tem pedido esclarecimentos
acerca dos pontos abordados por esse pensador. Não
seria lícito deixar de atender a essa demanda
dos fiéis católicos desejosos de saber afinal
o que ensina a Igreja sobre tais questões: eis
por que oferece-se este opúsculo no intuito de
dissipar dúvidas e equívocos a respeito
da doutrina da Igreja.
Baseado numa das mais expressivas entrevistas
de L. Boff publicada pelo periódico PASQUIM, de
02/04/02, cobrindo quatro páginas desse jornal,
Dom Estêvão elucida a visão da Igreja
sobre temas como: sexo e celibato; pecado; AIDS, aborto,
drogas; política, Igreja Oficial e Igreja das Catacumbas;
fundamentalismo; clonagem, novas tecnologias; apócrifos,
imagem de Cristo; utilidade da Religião.
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