Página Principal

 

POR QUE SOU CATÓLICO? -- Clique aqui! O ESTADO DO VATICANO -- Clique aqui! A RESSURREIÇÃO DE JESUS: FICÇÃO OU REALIDADE? -- Clique aqui!
JESUS SABIA QUE ERA DEUS? -- Clique aqui! JESUS, DEUS E HOMEM? -- Clique aqui! MARIA: A MULHER BENDITA E CONTROVERTIDA -- Clique aqui!
OS MILAGRES DE JESUS: MITO OU HISTÓRIA? -- Clique aqui! 15 QUESTÕES DE FÉ -- Clique aqui! RESPOSTA A LEONARDO BOFF -- Clique aqui!


Para ver mais opúsculos, clique aqui!

Para ver os lançamentos, clique aqui!

Pedidos: pedidos@materecclesiae.com.br

 

Clique aqui para voltar à apresentação da Série Opúsculos

S é r i e   O p ú s c u l o s

de Pe. Estêvão Bettencourt,OSB

Atualmente, a Escola Mater Ecclesiae oferece 66 opúsculos que versam sobre diferentes temas. Pe. Estêvão Tavares Bettencourt, OSB, na sua preocupação com a defesa da fé católica, editou, ao longo de sua vida, vários opúsculos sobre questões e pontos controvertidos em matéria de fé e doutrina católicas, visando mostrar a verdade, dissipar o erro e apontar dados que habilitem, principalmente os hesitantes, a repensar as propostas enganosas, das quais, muitas vezes, se tornam vítimas por não possuírem os elementos necessários e críticos para perceber a inconsistência de certas correntes de pensamento.


Outrossim, os opúsculos, por serem breves e extremamente didáticos, são de fácil leitura e compreensão dos temas neles abordados. Para maiores informações, clique sobre o opúsculo de sua preferência.

P o r   q u e   s o u   C a t ó l i c o ?

Que responderia um fiel católico a alguém que lhe pedisse o porquê de sua opção religiosa? — Não lhe bastaria responder que nasceu em família católica ou foi educado em colégio católico. Tais razões não podem satisfazer a quem costuma refletir, pois Religião implica orientação geral da vida; é algo que toca as raízes do ser e do comportamento de alguém; é preciso dar-lhe fundamentação mais sólida. O apóstolo Pedro nos diz: "Estai sempre prontos a dar razão da vossa esperança a todo aquele que vo-lo pede" (1Pd 3, 15). Daí a necessidade de reflexão mais profunda sobre tal pergunta.

Dom Estêvão aprofunda esta questão em duas etapas:

I) Por que creio em Jesus Cristo?
II) Por que creio na Igreja Católica?

Através da leitura deste opúsculo, descobre-se a Igreja-Sacramento, fundamentada na Palavra, digna de amor e respeito sempre maiores. Desperta o fiel para responder ao seu chamado de santidade e para viver na graça do Cristo.

O   E s t a d o   d o   V a t i c a n o

O presente opúsculo procura esclarecer determinados equívocos do livro "O Estado do Vaticano", cujo autor é o pastor Lauro de Barros Campos. Em seu livro, encontram-se acusações infundadas e inverdades estridentes, transparecendo não somente agressividade, mas o baixo nível da polêmica movida pelo protestantismo contra o catolicismo.

Pelas afirmações feitas observa-se que o autor nunca estudou a Igreja Católica, sua história, sua mensagem e sua estrutura, pois não cita documentação ou fontes de primeira mão. Desprovido de espírito científico, não tem conhecimento pessoal do assunto e incide em erros e contradições, aos quais este opúsculo pretende refutar no desejo de salvaguardar a verdade.

Questões sobre o purgatório, a Eucaristia, a virgindade de Maria, o Papado, e a pretensa superioridade das nações protestantes sobre as católicas são alguns dos temas abordados neste opúsculo.

A   R e s s u r r e i ç ã o   d e   J e s u s:
f i c ç ã o   o u   r e a l i d a d e ?

A ressurreição corporal é o sinal que comprova a autenticidade de Jesus como Deus feito homem para nos salvar. Daí dizer São Paulo: "Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação, vazia também é a vossa fé... Se Cristo não ressuscitou, ilusória é a vossa fé" (1Cor 15, 13.17).

Nenhuma outra confissão religiosa atribui ao seu fundador o privilégio da ressurreição dentre os mortos. O Cristianismo, porém, o faz e chega a afirmar que, sem ressurreição de Jesus, não há Cristianismo.

No entanto, a crítica pergunta se não se trata de mito ou ficção; em conseqüência, tem formulado explicações meramente racionais para a notícia da "ressurreição". Dada a importância capital de tal matéria, Dom Estêvão desenvolve a questão, analisando: 1) as teorias racionalistas; 2) os textos do Novo Testamento que atestam a fé da Igreja nascente, e os seus sinais comprovantes.

J e s u s   s a b i a   q u e   e r a   D e u s ?

Ultimamente têm-se formulado perguntas a respeito do que Jesus, como homem, sabia ou não sabia. Com o objetivo de respondê-las, teólogos têm se dedicado à meticulosa análise dos escritos do Novo Testamento. A partir destas análises, a Comissão Teológica Internacional, em 1985, publicou 4 proposições de grande valor para solução do problema:

I) Jesus sabia que era Deus;
II) Jesus sabia que, feito homem, tinha na terra a missão de se entregar pela salvação de todos os homens;
III) A fim de assegurar o bom desempenho de sua missão, Jesus quis fundar a sua Igreja, que Ele entregou aos Apóstolos e a Pedro, cujos sucessores garantem a incolumidade dessa obra até o fim dos séculos;
IV) Ao entregar-se por todos, Jesus viu e amou cada um dos membros da família humana, desde os mais simples e sofredores.

Neste opúsculo, Dom Estêvão detalha cada uma dessas proposições, conduzindo o estudioso na leitura atenta dos textos sagrados, permitindo-lhe lançar um olhar lúcido sobre aquilo que Jesus sabia a respeito de si mesmo.

J e s u s :   D e u s    e   h o m e m ?

Muitas pessoas acreditam sem dificuldade na existência de Deus, que por mais de um motivo lhes parece óbvia. Diante de Cristo, porém, não vêem por que aceitar que seja verdadeiramente Deus (Deus feito homem), como ensina a fé cristã: a noção de "Deus encarnado" (verdadeiro Deus e verdadeiro homem) parece-lhes paradoxal demais ou mesmo mitológica.

Há cinqüenta anos ou mais, quem quisesse encaminhar a resposta à questão da divindade de Cristo, compulsava os Evangelhos e citava os textos que mais realçavam a consciência de que Jesus tinha que ser realmente Deus igual ao Pai; acrescentava-se um perfil físico e psíquico de Cristo para mostrar que Jesus era sadio e alheio a toda obsessão e fraudulência enganadora. Estava assim, em linhas gerais, encerrada a demonstração. Hoje em dia, não é possível proceder tão sumariamente, pois se pergunta se os textos dos Evangelhos citados referem a realidade histórica (a figura e os dizeres do Jesus que nasceu na Palestina) ou antes, o modo de pensar dos discípulos, que terão atribuído a Cristo os predicados que eles subjetivamente imaginavam e sentiam.

Em conseqüência, este fascículo compreende duas partes: uma crítica dos Evangelhos e um exame dos dizeres de Jesus e dos Evangelistas concernentes à Divindade de Cristo.

M a r i a : a   m u l h e r   b e n d i t a   e   
                      c o n t r o v e r t i d a

Este não é mais um manual de piedade mariana propriamente dita. Tal opúsculo tenciona, antes, elucidar mal-entendidos e preconceitos a respeito de Maria Santíssima, a mais bendita entre todas as mulheres (Lc 1,42), a obra-prima de Jesus Salvador.

Através da fundamentação bíblica são transmitidos ao estudioso dizeres que enaltecem a figura de Maria e já por si legitimam especial veneração a ela.

Dom Estêvão examina as questões mais debatidas nos diálogos ecumênicos sobre a figura de Maria, tais como: se ela é mãe somente de Jesus enquanto homem ou se é mãe de Jesus, Deus feito homem; a imaculada conceição; os irmãos de Jesus; a veneração de Maria Santíssima; o Protestantismo e Maria.

O s   m i l a g r e s   d e   J e s u s:
m i t o   o u   h i s t ó r i a?

Causam certa dificuldade à fé do homem moderno os milagres em geral e, especialmente, os milagres de Jesus. A crítica dos Evangelhos vem tentando explicá-los ou como relatos de ficção ou como fenômenos parapsicológicos, negando a sua realidade transcendental. - Ora quem lê os Evangelhos sente impressão de que os milagres têm grande importância na missão de Jesus, pois Jesus os têm como sinais de sua Messianidade e Divindade.

Neste opúsculo, Dom Estêvão define a noção de milagre; analisa alguns textos referentes a milagres nos Evangelhos; e faz algumas considerações sobre milagres no mundo pagão antigo.

1 5   Q u e s t õ e s   d e   f é

A dificuldade do diálogo entre católicos e protestantes, muitas vezes, esbarra na falta de conhecimento bíblico sobre alguns pontos polêmicos que divide as duas crenças. Este livro aborda 15 dos temas mais polêmicos neste diálogo, com o objetivo de instruir e aproximar esses irmãos, tornando-os sinais do Reino de Deus.

As 15 questões de Fé contidas neste opúsculo são as seguintes:

- O Cânon da Bíblia;
- O Primado de Pedro;
- O número da Besta do Apocalipse;
- A Eucaristia (I): Sacramento;
- A Eucaristia (II): Sacrifício;
- A confissão dos pecados;
- O purgatório;
- As indulgências;
- Os "irmãos" de Jesus;
- As imagens;
- O culto aos santos;
- Alterado o Decálogo?
- Sábado ou Domingo?
- A Santíssima Trindade: fórmula pagã?
- Jeová ou Javé?

Todas essas questões estão fundamentadas na Palavra de Deus, em dados históricos e na Tradição Oral cristã.

R e s p o s t a   a   L e o n a r d o   B o f f

O ex-frade franciscano Leonardo Boff tem-se pronunciado amargamente, na imprensa, contra a Igreja e seus artigos de fé e disciplina, causando surpresa e perplexidade em muitos leitores. O povo de Deus tem pedido esclarecimentos acerca dos pontos abordados por esse pensador. Não seria lícito deixar de atender a essa demanda dos fiéis católicos desejosos de saber afinal o que ensina a Igreja sobre tais questões: eis por que oferece-se este opúsculo no intuito de dissipar dúvidas e equívocos a respeito da doutrina da Igreja.

Baseado numa das mais expressivas entrevistas de L. Boff publicada pelo periódico PASQUIM, de 02/04/02, cobrindo quatro páginas desse jornal, Dom Estêvão elucida a visão da Igreja sobre temas como: sexo e celibato; pecado; AIDS, aborto, drogas; política, Igreja Oficial e Igreja das Catacumbas; fundamentalismo; clonagem, novas tecnologias; apócrifos, imagem de Cristo; utilidade da Religião.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Voltar Principal   A Escola Fale Conosco