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S é r i e   O p ú s c u l o s

de Dom Estêvão Bettencourt

Atualmente, a Escola Mater Ecclesiae oferece 66 opúsculos que versam sobre diferentes temas. Pe. Estêvão Tavares Bettencourt, OSB, na sua preocupação com a defesa da fé católica, editou, ao longo de sua vida, vários opúsculos sobre questões e pontos controvertidos em matéria de fé e doutrina católicas, visando mostrar a verdade, dissipar o erro e apontar dados que habilitem, principalmente os hesitantes, a repensar as propostas enganosas, das quais, muitas vezes, se tornam vítimas por não possuírem os elementos necessários e críticos para perceber a inconsistência de certas correntes de pensamento.


Outrossim, os opúsculos, por serem breves e extremamente didáticos, são de fácil leitura e compreensão dos temas neles abordados. Para maiores informações, clique sobre o opúsculo de sua preferência.

 

P o r   q u e   n ã o   s o u   a t e u ?

O ateísmo é uma atitude que vai se difundindo em nossa sociedade, nem sempre sob a forma de militância anti-religiosa, mas freqüentemente como indiferentismo; dir-se-ia que o homem contemporâneo não precisa mais de Deus, pois consegue, mediante os avanços da ciência e da técnica, criar para si mesmo um bem-estar que lhe dá certa satisfação, tida como suficiente.

Esta atitude suscita a muitos as questões: "Por que não és ateu também tu? Será que ainda precisas das muletas ou do tapa-buraco da Religião para te equilibrares na vida?"

O conteúdo deste opúsculo aborda o tema sob duas perspectivas:

A primeira delas consiste na apresentação das razões pelas quais não se pode ser ateu (a Ciência Contemporânea e os vestígios de uma Inteligência Superior; a religiosidade na história da humanidade; as aspirações, inatas no homem, que não encontram respostas nem no homem nem nas coisas visíveis); e a segunda considera as dificuldades para se crer hoje em dia (o mal no mundo; o desconhecimento da Doutrina da Fé; obstáculos de ordem moral; o contratestemunho das pessoas de fé; o claro-escuro da fé).

O s   n o v o s   m o v i m e n t o s   r e l i g i o s o s

A expansão de novos e novos movimentos religiosos (NMR) não só no Brasil, mas no mundo em geral, vem chamando sempre mais a atenção do público e dos meios de comunicação social. A rapidez com que surgem e se implantam agremiações religiosas dos mais diversos tipos, é fenômeno cujas características e cujas causas é oportuno indagar com precisão, a fim de lhes dar uma reposta.

Dom Estêvão aprofunda este tema, traçando um panorama das principais correntes religiosas que se destacam atualmente e das características gerais que nelas se manifestam.

A partir de uma análise crítica da sociedade contemporânea, elucida as causas do surgimento de tal fenômeno e enfatiza quatro proposições para não se desviar da verdadeira fé, permanecendo firme ante tantas ofertas sedutoras.

O   f e n ô m e n o   r e l i g i o s o :
s i m   o u   n ã o ?

A palavra Religião é geralmente derivada do verbo latino religare; designa um conjunto de elementos capazes de ligar o homem a Deus.

Esses elementos são:

1) Um Credo ou uma profissão de fé;
2) O culto à Divindade, que exprime a dependência da criatura frente ao Criador;
3) Vida Moral, que corresponde às verdades religiosas professadas.

Observa-se que a Religião é teocêntrica, não antropocêntrica. Não pode ser reduzida a um sistema de terapia ou serviço ao homem (curandeirismo; solução de casos, consolação sentimental...). Dom Estêvão propõe uma distinção entre religião natural (o ser humano é congenitamente religioso) e religião revelada (baseada sobre especial manifestação de Deus aos homens), atestando que determinadas manifestações (ajoelhar-se, juntar as mãos, prostrar-se, etc) são comuns às duas e também anteriores a qualquer confissão religiosa, não sendo, desta forma, estranha a nenhuma corrente religiosa.

Examinar a origem e a validade da Religião são questões que este opúsculo procura atender.

R e e n c a r n a ç ã o :  p r ó s   e   c o n t r a s

O tema da "Reencarnação" ocorre freqüentemente quando se discute o sentido da vida. As indagações que esta suscita parecem, às vezes, poder resolver-se pelo recurso a "encarnações anteriores". Todavia esta "solução fácil" nada resolve, pois é preciso confessar que as "encarnações anteriores" ainda são menos lúcidas ou mais misteriosas que a vida presente. Por conseguinte, é oportuno examinarmos os fundamentos com que muitos apelam para a tese da reencarnação: quais os argumentos em que se apoiam? E qual a força de tais dados, à luz da Psicologia, da Parapsicologia, da Filosofia e da Bíblia Sagrada?

A crença na Reencarnação tem-se alastrado não só entre os não cristãos, mas também entre os fiéis católicos. Muitos destes, mal informados sobre o assunto, julgam poder conciliar entre si a fé católica e a doutrina da Reencarnação. Eis por que, nas páginas deste opúsculo, Dom Estêvão aborda: 1) a noção de Reencarnação; 2) os argumentos debatidos em torno do assunto; 3) as diferenças básicas entre a Reencarnação e a Ressureição.

S u p e r s t i ç õ e s

É, sem dúvida, muito comum na vida cotidiana ouvir-se dizer que "viajar numa sexta-feira 13 dá azar", mas que "ferradura de cavalo posta atrás da porta de casa dá sorte". Há pessoas que não querem sentar a uma mesa com treze convivas, mas procuram sequiosas um trevo de quatro folhas; quando querem tomar uma decisão, abrem a S. Escritura e põem o dedo sobre uma frase qualquer, à qual atribuem o valor de oráculo divino para o seu caso... Estas e semelhantes práticas constituem um tipo de religiosidade que se costuma chamar "superstição" e que em nossos dias vai sendo cada vez mais comum.

Outras três modalidades de superstição, muito propagadas em nosso meio, que merecem destaque neste opúsculo são: o horóscopo (Astrologia); despachos das religiões afro-brasileiras; evocação dos mortos.

Dom Estêvão nos leva a refletir sobre estas práticas, considerando os fenômenos supersticiosos em si mesmos, suas causas e seu significado.

O   P r o t e s t a n t i s m o :
p r i n c i p a i s   p o n t o s   d o u t r i n á r i o s

O Protestantismo representa uma realidade assaz complexa, ou seja, um número considerável de cristãos que não pertencem nem à Igreja Católica, cujo Pastor visível reside em Roma como sucessor do Apóstolo Pedro, nem às comunidades cristãs orientais (ortodoxa, nestoriana e monofisita), comunidades que se separam do tronco primordial em etapas sucessivas desde o século V até o século XI.

O iniciador do movimento protestante é Martinho Lutero, que, a partir de 1517, quis reformar o Credo e as instituições cristãs, e por isso se afastou da Igreja, dando início ao Luteranismo. Ao lado deste enumeram-se o Calvinismo e o Anglicanismo, todas iniciadas no século XVI, podendo ser chamadas "Igrejas protestantes tradicionais".

Destes três grandes troncos do Protestantismo derivam-se centenas de sociedades menores, que por vezes já não recebem mais o nome de Igrejas, mas o de seitas, visto serem movidas por espírito diverso do das Igrejas; são reformas da reforma, dissidências da dissidência.

Desses múltiplos grupos protestantes autônomos, podem-se enunciar três grandes teses como características dos diversos tipos de Protestantismo: 1) a justificação pela fé sem as obras; 2) a Bíblia como única fonte de fé, interpretada segundo o "livre exame"; 3) a negação de intermediários entre Deus e o crente.

Expostas sumariamente as três características da teologia protestante, Dom Estêvão propõe uma análise do seu significado, ora recorrendo à Sagrada Escritura, ora à Tradição oral cristã ou a dados históricos.

O   b i s c o i t o   d a   m o r t e
(resposta)

Está circulando em língua portuguesa um panfleto norte-americano intitulado "O Biscoito da Morte". É uma sátira baixa e caricatural contra a Eucaristia. O autor baseia-se em falsas premissas e imaginárias suposições para denegrir algo que está na própria mensagem da Escritura e que é muito caro aos fiéis católicos.

A obsessão agressiva e cega do autor leva-o a atestar sua ignorância sob capa de erudição. Infelizmente, porém, a ironia e a palhaçada da apresentação podem influir em leitores pouco críticos, causando-lhes danos a fé. Verifica-se que o autor, proselitista como os modernos sectários, quer conquistar novos membros para o protestantismo, recorrendo mesmo à mentira e à calúnia.

Neste opúsculo, Dom Estêvão comenta os principais tópicos do panfleto, esclarecendo o leitor sobre a origem da Eucaristia. Para isso, recorre tanto à Sagrada Escritura quanto à Tradição oral, transmitida por Cristo, pelos apóstolos e pela Igreja.

P o r   q u e   n ã o   s o u   p r o t e s t a n t e ?

Mediante exposição dos principais pontos doutrinários e das práticas protestantes, Dom Estêvão dispõe sete razões para não se professar tal credo.

1) Seguir somente a Bíblia como norma de fé - quais implicações decorrem desta prática; a origem cada vez mais alarmante de denominações religiosas;

2) Contradições doutrinárias;

3) Afinal, a Bíblia...: Sim ou Não? - os protestantes dizem ser fiéis à Bíblia, mas negam algumas passagens, desvirtuando o seu sentido original, como no caso da Eucaristia, o primado de Pedro, o celibato...

4) Esfacelamento - as conseqüências da fundação de novas "Igrejas" e o empobrecimento da mensagem do Evangelho;

5) Deterioração da Bíblia - negar a Tradição oral gera subjetivismo dos intérpretes protestantes;

6) Mal-entendidos - Dom Estêvão esclarece o porquê dos pontos polêmicos entre católicos e protestantes (Maria, imagens, celibato, o primado de Pedro, Eucaristia...)

7) Menosprezo pela Igreja - questiona-se a legitimidade de tais denominações religiosas frente à Palavra de Jesus, que fundou sua Igreja e a entregou a Pedro.

P o r   q u e   n ã o   s o u   e s p í r i t a ?

São muitas as formas de sedução dos fiéis católicos pelo Espiritismo, o que gera necessidade cada vez maior de nos esclarecermos sobre tal doutrina e as razões pelas quais um cristão não pode ser espírita.

Neste opúsculo, Dom Estêvão não se restringe ao Espiritismo Kardecista, abrangendo também as religiões afro-brasileiras (Umbanda, Candomblé, Macumba...); estas têm em comum com o Kardecismo a prática da evocação dos mortos e a crença na reencarnação.

Dom Estêvão transcreve depoimentos das Irmãs Fox, iniciadoras dos fenômenos ditos como manifestações do além, e depoimentos de médicos atestando os danos causados à saúde mental pela prática da mediunidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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