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S é r i e O p ú s c u l o s
de Dom Estêvão Bettencourt
Atualmente, a Escola Mater Ecclesiae oferece 66
opúsculos que versam sobre diferentes temas. Pe.
Estêvão Tavares Bettencourt, OSB, na sua
preocupação com a defesa da fé católica,
editou, ao longo de sua vida, vários opúsculos
sobre questões e pontos controvertidos em matéria
de fé e doutrina católicas, visando mostrar
a verdade, dissipar o erro e apontar dados que habilitem,
principalmente os hesitantes, a repensar as propostas
enganosas, das quais, muitas vezes, se tornam vítimas
por não possuírem os elementos necessários
e críticos para perceber a inconsistência
de certas correntes de pensamento.
Outrossim, os opúsculos, por serem breves e extremamente
didáticos, são de fácil leitura e
compreensão dos temas neles abordados. Para maiores
informações, clique sobre o opúsculo
de sua preferência.
N a H i s t ó r i a d a I g r e j a L u z e s e S o m b r a s
A História da Igreja conhece seus momentos
difíceis, em que a fragilidade humana mais aparece.
Mas também tem as suas fases
beneméritas, em que bem parece que é o próprio
Deus quem sustenta e dirige a Igreja não obstante
ou mesmo mediante a fragilidade humana.
Levando em conta as dificuldades, esse opúsculo
considerará primeiramente o sentido dos episódios
obscuros da história da Igreja. E, a seguir, tentará
chamar a atenção para o que a história do
Cristianismo apresenta de positivo ao lado de seus pontos tidos
como escabrosos.
O conflito gerará luz...
O s C a t ó l i c o s s ã o p a g ã o s ? ( R e s p o s t a a J o e l S a n t a n a )
O protestantismo acusa o catolicismo na base de flagrantes
inventados, como se pode perceber através das páginas
do opúsculo.
A inverdade se torna evidente pelo fato de que
para o mesmo evento tido como paganização do
Cristianismo, alguns autores indicam datas e circunstâncias
diferentes das que outros objetantes indicam - o opúsculo
redigido em tom severo demonstra a preconceituosidade dos
irmãos separados.
A I n q u i s i ç ã o P r o t e s t a n t e
Não se deveria falar de Inquisição
sem (a bem da verdade) mencionar a ocorrência desse fenômeno
também no protestantismo.
Calvino foi drástico na vigilância em prol da
fé reformada em Genebra. O anglicanismo perseguiu violentamente os
católicos, ocasionando vários mártires.
Até mesmo no Brasil se fez sentir a sanha calvinista
que deixou mártires no Rio Grande do Norte.
Este opúsculo nos mostra que a história também
conheceu uma Inquisição protestante.
" E x i s t i u J e s u s ? P r o v e - o ! " ( R e s p o s t a a L u i g i C a s c i o l i )
A existência de Jesus é atestada por escritores
romanos (pagãos), judeus e cristãos. Jesus não
foi notícia sensacional em seu tempo, porque viveu num rincão
do Império Romano em meio a um povo que não era muito
estimado pelos romanos.
Quanto a credibilidade dos Evangelhos, não é
questionada por críticos sérios. A razão humana
não chegaria a imaginar um Messias crucificado.
O presente opúsculo relata documentos romanos, judaicos
e a fidelidade dos Evangelhos, evidenciando, desta forma, que não
é difícil provar a existência de Jesus.
Q u e m é e s s e J e s u s ? ( A p r o p ó s i t o d o C ó d i g o D a V i n c i )
Jesus é observado nos Evangelhos por alguém
que prescinde da fé e vai observando e descobrindo nele traços
que o caracterizam como Deus feito homem, de acordo com o que Jesus mesmo
afirma ter sido.
O progresso da leitura é muito interessante, porque
põe em relevo os aspectos mais típicos desse homem
chamado Jesus, portador do mistério transcendental que se
revela aos poucos.
Que tem a sua vida de significativo e característico?
A resposta dada neste opúsculo será valiosa.
O C ó d i g o D a V i n c i
O romance e o filme "O código Da Vinci"
são ficção, que se apresenta como história
real. Muitas pessoas poderão tomar o romance como notícia
histórica derivada de recém-descobertos manuscritos em
Nag-Hammadi. Na verdade, a crítica literária tem demonstrado
que os documentos e lugares apontados por Dan Brown no seu livro não
têm fundamento histórico. O enredo do livro afirma que a
religião cristã a princípio era o culto de uma deusa;
seria liderada por Maria Madalena, com a qual Jesus se teria casado,
dando origem a uma descendência de reis da França ditos
"Merovíngios". Somente em 325, o Imperador romano Constantino
teria conseguido que o Concílio de Nicéia I proclamasse
Jesus como Deus, suplantando a religião feminista original.
Maria Madalena estaria sepultada num lugar oculto chamado de
Santo Graal, onde se encontram manuscritos muito antigos que conferem ao
seu possuidor enormes poderes. O livro narra como numa noite se puseram
a procurar o Santo Graal tanto a Igreja Católica, que quer manter
oculta a verdadeira origem do Cristianismo, quanto os agentes do Priorado
de Sião encarregado da guarda do Santo Graal. O Opus Dei, que
representa a Igreja Católica é diretamente caricaturado com
grande injustiça.
A partir daí, o romance e o filme sugerem alguns
esclarecimentos a bem da verdade.
O n d e e s t a v a D e u s ?
O Papa Bento XVI em Auschwitz lançou o brado "Onde
estava Deus...?" não em seu próprio nome, mas em nome
dos prisioneiros daquele campo de concentração, como atestam
as crônicas, mais de uma vez assim bradaram aos céus. O Papa
só citou essas palavras para lhes dar a devida resposta, que a imprensa
não publicou, a saber:
"Não podemos prescrutar o segredo de Deus... e nos
enganamos quando queremos converter-nos em juízes de Deus e da
história".
Na verdade, um Deus que os homens possam criticar não
é Deus. Ocorre, porém, que o Criador fez o homem livre e
deixa que ele use e abuse da sua liberdade, porque, como diz Santo Agostinho,
"Ele nunca permitiria os males dos homens, se Ele não tivesse recursos
para tirar dos males bens ainda maiores". Nem sempre vemos esses bens,
embora em alguns casos sejam evidentes. Importa neste contexto enfatizar que
o Papa não blasfemou nem fraquejou na fé.
O presente opúsculo apresenta o problema, considera o pano de
fundo e destaca a resposta de Bento XVI.
A c r e m a ç ã o d e c a d á v e r e s : s i m o u n ã o ?
Até 1963, a cremação de cadáveres era
ilícita entre os católicos. A partir dessa data, torna-se
permitida, visto que a sugerem razões de urbanismo, higiene, economia...
sem intenção de menosprezar o ser humano, como faziam os pensadores
liberais em épocas passadas.
Por causa do desprezo do ser humano insinuado pela cremação,
a Igreja era contrária a esse procedimento, que hoje não tem mais vigor
Neste opúsculo, o leitor encontrará uma fundamentação
bíblica sobre o tema e como se deu sua evolução na história
do Cristianismo. Por fim, é apresentada uma reflexão com um breve
apêndice sobre "cemitério, um lugar de tristeza?"
H o m e o p a t i a e E s p i r i t i s m o. F l o r a i s d e B a c h e N o v a E r a
Há quem julgue que a homeopatia está ligada ao Espiritismo.
O texto deste opúsculo mostra como teve origem a homeopatia por obra do Dr.
Hahnemann que trabalhou com isenção de conotação
religiosa e lidando apenas com dados da ciência.
Os Florais de Bach exploram as virtualidades de certas flôres para
benefício à saúde. São ditos "de Bach"
porque o Dr. Edward Bach averiguou os sintomas decorrentes do uso das flôres.
Os Florais são neutros do ponto de vista religioso, mas lhes são
associadas premissas não cristãs de Nova Era de modo que os usuários
católicos devem cuidar de distinguir terapia e religião. Aquela vale, esta
(eclética como é) não vale.
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