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S é r i e   O p ú s c u l o s

de Dom Estêvão Bettencourt

Atualmente, a Escola Mater Ecclesiae oferece 66 opúsculos que versam sobre diferentes temas. Pe. Estêvão Tavares Bettencourt, OSB, na sua preocupação com a defesa da fé católica, editou, ao longo de sua vida, vários opúsculos sobre questões e pontos controvertidos em matéria de fé e doutrina católicas, visando mostrar a verdade, dissipar o erro e apontar dados que habilitem, principalmente os hesitantes, a repensar as propostas enganosas, das quais, muitas vezes, se tornam vítimas por não possuírem os elementos necessários e críticos para perceber a inconsistência de certas correntes de pensamento.


Outrossim, os opúsculos, por serem breves e extremamente didáticos, são de fácil leitura e compreensão dos temas neles abordados. Para maiores informações, clique sobre o opúsculo de sua preferência.

H i n d u í s m o   e   Y o g a :
s i m o u n ã o ?

A religião na Índia é muito antiga. Começa sob forma politeísta, com muitos deuses. Evolui em direção ao panteísmo, dito Brahmanismo, sem que desapareçam as antigas divindades. O Budismo emana desse tronco como um modo de viver tendente à insensibilidade frente aos valores materiais. Em suma, trata-se de atitudes incompatíveis com a fé cristã.

A Yoga surge nesse contexto, procurando fazer que o homem se una a divindade que está no fundo do seu ser; para alcançar esta meta, propõe exercícios físicos e dieta alimentar. Estes podem ser válidos para um cristão, visto que ensinam higiene e educação física. Todavia a filosofia yoghi não se coaduna com a cristã; daí impõe-se, para o cristão praticante da Yoga, a necessidade de não se deixar influenciar pelo panteísmo indiano.

A s   " r i q u e z a s "   d a   I g r e j a

Há quem fale das "riquezas da Igreja", atribuindo-lhe um império econômico, sem ter exato conhecimento de causa. A notícia se propaga, deixando o público perplexo.

Nas páginas deste opúsculo, distinguiremos: origem e histórico do Estado do Vaticano; a atual Cidade do Vaticano; e algumas notícias complementares, tais como: a política econômica da Santa Sé; o orçamento deficitário; e a Igreja pobre.

O leitor verá, assim, que, na medida em que existe e trabalha neste mundo, a Igreja utiliza os recursos materiais indispensáveis para o exercício da sua missão. E concluirá que, para o trabalho pastoral sempre mais complexo, o muito ainda é pouco.

A p o c a l i p s e :   i n t e r p r e t a ç ã o

Com seus símbolos e suas cenas aterradoras, o Apocalipse presta-se à tentativa de se calcular a data do fim do mundo e das calamidades que, como se crê, o devem preceder. Visto que a interpretação do livro não é fácil, pois requer critérios preciosos deduzidos do próprio gênero literário apocalíptico, este opúsculo apresenta o problema suscitado pelo livro e a mais plausível solução para o mesmo.

Serão analisadas as circunstâncias de origem do Apocalipse de São João; sua interpretação; a recapitulação e uma breve exegese dos textos de Ap 12,1-7 e Ap 20,1-10.

Analogamente, as desgraças da vida presente, por mais aterradoras que pareçam, estão sujeitas ao sábio plano da Providência Divina, a qual tudo faz concorrer para o bem daqueles que O amam (cf. Rm 8,28).

A l t e r a d o   o   t e x t o   d o s
E v a n g e l h o s ?

Há quem afirme que as palavras de Jesus citadas pelos evangelistas foram distorcidas para sustentar dogmas da Igreja Católica. Assim, não poderíamos dar crédito aos Evangelhos, nem saberíamos o que Jesus disse propriamente.

Jesus não foi notícia sensacional em seu tempo, porque viveu num rincão do Império Romano em meio a um povo que não era muito estimado pelos romanos.

Quanto à credibilidade dos Evangelhos, não é questionada por críticos sérios. A razão humana não chegaria a imaginar um Messias crucificado.

O presente opúsculo apresenta o testemunho de escritores romanos (pagãos) e judeus e a fidelidade dos Evangelhos, evidenciando, desta forma, que não é difícil provar a existência de Jesus.

O s   s o n h o s :   q u e   s i g n i f i c a m ?

Os sonhos sempre impressionaram os povos. Na antigüidade havia intérpretes profissionais que tentavam desvendar os mistérios dos sonhos. Na Bíblia eles aparecem por vezes como canais da comunicação de Deus aos homens; todavia os autores sagrados advertem o povo sobre interpretações meramente subjetivas e falsas dos sonhos.

Dizemos hoje que os sonhos são a expressão do inconsciente da pessoa, inconsciente que deixa de ser controlado durante o sono do indivíduo e vem à tona sob formas diversas, tecendo histórias e enredos que exprimem o que vai no íntimo do indivíduo. A Parapsicologia reconhece a função premonitória de certos sonhos: a pessoa vê antecipadamente em sonho o que posteriormente acontecerá.

Este opúsculo apresenta, brevemente, os sonhos: nas crenças dos povos; na Bíblia; na Psicanálise; e na Parapsicologia.

O   C e l i b a t o   S a c e r d o t a l

O Celibato Sacerdotal tem origem na própria Sagrada Escritura: Mt 19,12: "Há eunucos que se fizeram tais por causa do Reino dos Céus"; e 1Cor 7,25-35: a chegada do Messias solicita o serviço de todos os cristãos que receberam o carisma da vida una e indivisa. O celibatário não precisa de se preocupar com esposa e filhos; dedica-se inteiramente aos interesses do Senhor.

Nas cartas pastorais, o Apóstolo pede que o epíscopo seja casado uma só vez. Sendo as primeiras comunidades constituídas por adultos já casados, o recrutamento do clero se fazia nessa categoria; o Apóstolo, porém, restringe de certo modo a liberdade dos clérigos, ao recusar a possibilidade de um clérigo viúvo casar-se novamente.

A estima do celibato fez que ele fosse espontaneamente abraçado pelos clérigos até tornar-se lei da Igreja no séc. XI. A Igreja conserva essa legislação, pois: 1) proporciona maior identidade com Cristo celibatário; 2) permite mais liberdade para a ação pastoral e 3) é um sinal dos bens celestiais, mostrando que alguém se pode realizar plenamente trocando os bens deste mundo pelo antegozo dos valores eternos.

A    L o g o s o f i a

É uma sociedade fundada no séc. XX por um líder argentino Raumsol. Transmite ensinamentos que pretendem levar o homem a mais nítida visão das coisas deste mundo: pouco caso faz de Deus e rejeita a fé, como sendo infantilismo.

É totalmente incompatível com a fé católica.

Neste opúsculo, o leitor encontrará alguns tópicos sobre a mensagem doutrinária da Logosofia e uma análise desta frente à ética, à vida póstuma e a Deus.

Q u e   f e z   J e s u s
d o s 1 2 a o s 3 0 a n o s ?

Os Evangelhos de Mateus e Lucas apresentam alguns eventos da infância de Jesus até os 12 anos de idade; depois, calam-se até os 30 anos do Senhor. Esta lacuna tem causado diversas histórias sobre Jesus.

Jesus teria estado ausente da Palestina nessa fase de sua vida? - Não; em Mt 13,55 e Mc 6,3 lemos que quando Jesus começou a pregar (aos 30 anos), era conhecido como carpinteiro em Nazaré.

A lacuna se explica do seguinte modo: os Evangelhos não pretendem ser uma biografia de Jesus, mas são o eco escrito da pregação oral dos apóstolos que se restringia à vida pública do Senhor.

Neste opúsculo, o leitor aprofundará a questão com os textos evangélicos e os dados arqueológicos a respeito, bem como, lerá um apêndice sobre Jesus e os essênios.

O   P r i m a d o   d e   P e d r o
e s u a s u c e s s ã o

O primado do Apóstolo Pedro é claramente apresentado pelos escritos do Novo Testamento, onde é citado 171 vezes, ao passo que o segundo citado é João, cujo nome ocorre 46 vezes. Jesus, ao chamar Pedro, troca-lhe o nome, significando que deve ser a ROCHA sobre a qual Ele construirá Sua Igreja (cf. Jo 1,41s; Mt 16,13-19).

Após a morte dos Apóstolos, a Sé de Roma, onde Pedro sofreu o martírio, foi tida como referencial para dirimir dúvidas de doutrina ou disciplina na Igreja de Cristo. Assim o Bispo de Roma (o Papa), como sucessor do Apóstolo Pedro, é aquele que ocupa o lugar primacial que Cristo mesmo lhe assinalou.

O leitor encontrará neste opúsculo, uma análise sobre Pedro nos escritos do Novo Testamento, a primazia deste antes e depois da Ascensão do Senhor e sua sucessão com as diversas expressões na Igreja antiga. Perceberá que o colegiado dos doze, no qual permanece a função primacial, é estruturado; tem uma chefia na pessoa do Apóstolo Pedro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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