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O MAL, O SOFRIMENTO E DEUS -- Clique aqui! O DEMÔNIO EXISTE? O POSSESSO DE GERASA -- Clique aqui! OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA ("O grande conflito" de E. G. White -- Clique aqui!


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S é r i e   O p ú s c u l o s

de Dom Estêvão Bettencourt

Atualmente, a Escola Mater Ecclesiae oferece 65 opúsculos que versam sobre diferentes temas. Pe. Estêvão Tavares Bettencourt, OSB, na sua preocupação com a defesa da fé católica, vem editando, ao longo dos anos, vários opúsculos sobre questões e pontos controvertidos em matéria de fé e doutrina católicas, visando mostrar a verdade, dissipar o erro e apontar dados que habilitem, principalmente os hesitantes, a repensar as propostas enganosas, das quais, muitas vezes, se tornam vítimas por não possuírem os elementos necessários e críticos para perceber a inconsistência de certas correntes de pensamento.


Outrossim, os opúsculos, por serem breves e extremamente didáticos, são de fácil leitura e compreensão dos temas neles abordados. Para maiores informações, clique sobre o opúsculo de sua preferência.

O   m a l ,   o   s o f r i m e n t o   e   D e u s

O mal não é algo de positivo, mas é a carência de algo que deveria existir. Assim a cegueira no homem é um mal, mas não é um mal na pedra.

Sendo assim, o mal não tem causa direta. Só pode ser indiretamente produzido por uma criatura que seja capaz de produzir o bem imperfeitamente. Donde se vê que Deus não pode ser a causa do mal. Ele é perfeito por definição. Um Deus que produza o mal não é Deus.

Quanto ao sofrimento, é paradoxalmente uma prerrogativa das criaturas mais perfeitas; assim, a pedra não sofre; o cão geme e sofre; o ser humano, quanto mais humano, tanto mais sofre. Além do que, notemos, como diziam os gregos antigos, pathos mathos, sofrimento é escola.

Na Sagrada Escritura, o sofrimento é apresentado como processo educativo de Deus em relação aos seus filhos bem-amados (Hb 12,3-10; Ap 3,19). Assim, o cristão deve ver no sofrimento uma visita de Deus, que quer educar e santificar seus filhos.

O   D e m ô n i o   e x i s t e ?
O p o s s e s s o d e G e r a s a ( M c 5 , 1 - 2 0 )

Em nossos dias, há quem ponha em dúvida a existência do demônio... Para uns, seria apenas uma figura do paganismo introduzida na Bíblia e na Tradição cristã; para outros, simplesmente uma personificação literária do mal existente no mundo.

Aos olhos da fé, porém não resta dúvida de que o demônio existe, tal é a quantidade das afirmações da Bíblia, da Tradição oral e do Magistério da Igreja a propósito.

Dentro do tema da "possessão diabólica", sendo esta uma das atividades do demônio, o opúsculo apresenta ainda o caso do possesso de Gerasa e da manada de porcos que, impelida por espíritos maus, se precipitou no mar (Mc 5,1-20; Mt 8,28-34; Lc 8,26-39), a fim de explicar as interrogações que tal caso deixa ao leitor.

O s   A d v e n t i s t a s   d o   S é t i m o   d i a
("O g r a n d e c o n f l i t o" d e E. G. W h i t e)

O Adventismo constitui uma corrente religiosa que tem marcado a vida pública com templos, escolas, hospitais, programas de rádio e folhetos impressos mediante os quais anunciam a proximidade da segunda vinda de Cristo. Muitas pessoas se impressionam com essas afirmações e as observâncias religiosas desses cristãos.

Serão analisadas neste opúsculo, a origem e a história dos Adventistas com sua mensagem religiosa e, adicionalmente, será apresentado um breve comentário do livro "O Grande Conflito" de E. G. White.

Este opúsculo foi o último da série publicado por Pe. Estêvão Bettencourt, O.S.B.

A l t e r a d o   o   t e x t o   d o s
E v a n g e l h o s ?

Há quem afirme que as palavras de Jesus citadas pelos evangelistas foram distorcidas para sustentar dogmas da Igreja Católica. Assim, não poderíamos dar crédito aos Evangelhos, nem saberíamos o que Jesus disse propriamente.

Jesus não foi notícia sensacional em seu tempo, porque viveu num rincão do Império Romano em meio a um povo que não era muito estimado pelos romanos.

Quanto à credibilidade dos Evangelhos, não é questionada por críticos sérios. A razão humana não chegaria a imaginar um Messias crucificado.

O presente opúsculo apresenta o testemunho de escritores romanos (pagãos) e judeus e a fidelidade dos Evangelhos, evidenciando, desta forma, que não é difícil provar a existência de Jesus.

O s   s o n h o s :   q u e   s i g n i f i c a m ?

Os sonhos sempre impressionaram os povos. Na antigüidade havia intérpretes profissionais que tentavam desvendar os mistérios dos sonhos. Na Bíblia eles aparecem por vezes como canais da comunicação de Deus aos homens; todavia os autores sagrados advertem o povo sobre interpretações meramente subjetivas e falsas dos sonhos.

Dizemos hoje que os sonhos são a expressão do inconsciente da pessoa, inconsciente que deixa de ser controlado durante o sono do indivíduo e vem à tona sob formas diversas, tecendo histórias e enredos que exprimem o que vai no íntimo do indivíduo. A Parapsicologia reconhece a função premonitória de certos sonhos: a pessoa vê antecipadamente em sonho o que posteriormente acontecerá.

Este opúsculo apresenta, brevemente, os sonhos: nas crenças dos povos; na Bíblia; na Psicanálise; e na Parapsicologia.

O   C e l i b a t o   S a c e r d o t a l

O Celibato Sacerdotal tem origem na própria Sagrada Escritura: Mt 19,12: "Há eunucos que se fizeram tais por causa do Reino dos Céus"; e 1Cor 7,25-35: a chegada do Messias solicita o serviço de todos os cristãos que receberam o carisma da vida una e indivisa. O celibatário não precisa de se preocupar com esposa e filhos; dedica-se inteiramente aos interesses do Senhor.

Nas cartas pastorais, o Apóstolo pede que o epíscopo seja casado uma só vez. Sendo as primeiras comunidades constituídas por adultos já casados, o recrutamento do clero se fazia nessa categoria; o Apóstolo, porém, restringe de certo modo a liberdade dos clérigos, ao recusar a possibilidade de um clérigo viúvo casar-se novamente.

A estima do celibato fez que ele fosse espontaneamente abraçado pelos clérigos até tornar-se lei da Igreja no séc. XI. A Igreja conserva essa legislação, pois: 1) proporciona maior identidade com Cristo celibatário; 2) permite mais liberdade para a ação pastoral e 3) é um sinal dos bens celestiais, mostrando que alguém se pode realizar plenamente trocando os bens deste mundo pelo antegozo dos valores eternos.

A    L o g o s o f i a

É uma sociedade fundada no séc. XX por um líder argentino Raumsol. Transmite ensinamentos que pretendem levar o homem a mais nítida visão das coisas deste mundo: pouco caso faz de Deus e rejeita a fé, como sendo infantilismo.

É totalmente incompatível com a fé católica.

Neste opúsculo, o leitor encontrará alguns tópicos sobre a mensagem doutrinária da Logosofia e uma análise desta frente à ética, à vida póstuma e a Deus.

Q u e   f e z   J e s u s
d o s 1 2 a o s 3 0 a n o s ?

Os Evangelhos de Mateus e Lucas apresentam alguns eventos da infância de Jesus até os 12 anos de idade; depois, calam-se até os 30 anos do Senhor. Esta lacuna tem causado diversas histórias sobre Jesus.

Jesus teria estado ausente da Palestina nessa fase de sua vida? - Não; em Mt 13,55 e Mc 6,3 lemos que quando Jesus começou a pregar (aos 30 anos), era conhecido como carpinteiro em Nazaré.

A lacuna se explica do seguinte modo: os Evangelhos não pretendem ser uma biografia de Jesus, mas são o eco escrito da pregação oral dos apóstolos que se restringia à vida pública do Senhor.

Neste opúsculo, o leitor aprofundará a questão com os textos evangélicos e os dados arqueológicos a respeito, bem como, lerá um apêndice sobre Jesus e os essênios.

O   P r i m a d o   d e   P e d r o
e s u a s u c e s s ã o

O primado do Apóstolo Pedro é claramente apresentado pelos escritos do Novo Testamento, onde é citado 171 vezes, ao passo que o segundo citado é João, cujo nome ocorre 46 vezes. Jesus, ao chamar Pedro, troca-lhe o nome, significando que deve ser a ROCHA sobre a qual Ele construirá Sua Igreja (cf. Jo 1,41s; Mt 16,13-19).

Após a morte dos Apóstolos, a Sé de Roma, onde Pedro sofreu o martírio, foi tida como referencial para dirimir dúvidas de doutrina ou disciplina na Igreja de Cristo. Assim o Bispo de Roma (o Papa), como sucessor do Apóstolo Pedro, é aquele que ocupa o lugar primacial que Cristo mesmo lhe assinalou.

O leitor encontrará neste opúsculo, uma análise sobre Pedro nos escritos do Novo Testamento, a primazia deste antes e depois da Ascensão do Senhor e sua sucessão com as diversas expressões na Igreja antiga. Perceberá que o colegiado dos doze, no qual permanece a função primacial, é estruturado; tem uma chefia na pessoa do Apóstolo Pedro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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